Virou moda ser "emo" gótico" "dark" tudo que se refere a vampiros, demônios, trevas. Desde quando isso faz parte do mundo infantil? Onde estão os filmes de aventuras e comédias que retratam situações normais da vida ou que deveriam ser normais?
Já não chega o que se vê na TV e jornais sobre as barbaridades ocorridas no mundo todo?
Tanta crueldade na vida real e ainda proporcionaremos às crianças mais e pior nos filmes , desenhos e videogames? Queremos uma multidão de gente insensível, desequilibrada, má, cruel, egoísta?
Se não queremos é hora de mudar essa situação.
Se as crianças estão tendo acesso a esses filmes é porque os adultos estão PERMITINDO!!
Se as crianças estão gostando disso, a questão é bem mais séria e grave. Cuidado!!! Alerta geral!!!! Hora de prestar atenção!!!! Hora de mudar enquanto é tempo!!!!
Hora de saber o que está causando prazer a elas .
Meu blog existe para transmitir boas idéias, artigos e mensagens, comentar reportagens, textos e dicas de boas leituras, filmes, etc...
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Filmes de terror
Sou diretora de uma escola particular. Me causou espanto, angústia e muita preocupação o relato de uma aluna de 8 anos narrando a história de um filme de terror que ela assitiu. O filme, que eu não assisti por achar esse tipo de filme um desastre da indústria cinematográfica, deprimentes, horríveis e sem nenhum sentido para as nossas vidas, segundo informações de quem viu, tem além das sofríveis cenas de terror algumas cenas pesadas de sexo doentio, satãnico, etcv...
O pior: o irmãozinho de 3 anos também assitiu porque a babá proporcionou aos dois esse momento de pura insanidade. Segundo a babá o pai aluga os filmes e certamente a babá, sem o ocnhecimento do pai, assiste com as crianças.
O que concluo disso tudo: os pais perderam a noção do perigo. Não estão preocupados com as consequencias, são muito ocupados e estão muito ausentes da vida cotidiana dos filhos.
Estas crianças e adolescentes estão viciados em celular, são dependentes psicológicos dessas maquininhas e da internet também, que é uma fonte ilimitada de boas informações mas de uma infinidade de porcaria e de perigos!!!!!
Não tem censura para o que assistem na Tv desde que fiquem quietinhos e não deem trabalho para as babás.
Quem ou o que serão estes seres na idade adulta? Não sabemos mas podemos prever que serão indivíduos insensíveis, com noções deturpadas a respeito de relacionamento, sexo, respeito; pessoas violentas, agressivas, que acham tudo normal, com idéias deturpadas e perigosas.
Estes filmes difundem isso, sangue pra todo lado, seres se satisfazendo com o sofrimento dos outros, satanismo e outros bichos. Parece que as emoções normais dos seres humanos não são mais suficientes. Precisam de outro tipode emoção para viver.
O pior: o irmãozinho de 3 anos também assitiu porque a babá proporcionou aos dois esse momento de pura insanidade. Segundo a babá o pai aluga os filmes e certamente a babá, sem o ocnhecimento do pai, assiste com as crianças.
O que concluo disso tudo: os pais perderam a noção do perigo. Não estão preocupados com as consequencias, são muito ocupados e estão muito ausentes da vida cotidiana dos filhos.
Estas crianças e adolescentes estão viciados em celular, são dependentes psicológicos dessas maquininhas e da internet também, que é uma fonte ilimitada de boas informações mas de uma infinidade de porcaria e de perigos!!!!!
Não tem censura para o que assistem na Tv desde que fiquem quietinhos e não deem trabalho para as babás.
Quem ou o que serão estes seres na idade adulta? Não sabemos mas podemos prever que serão indivíduos insensíveis, com noções deturpadas a respeito de relacionamento, sexo, respeito; pessoas violentas, agressivas, que acham tudo normal, com idéias deturpadas e perigosas.
Estes filmes difundem isso, sangue pra todo lado, seres se satisfazendo com o sofrimento dos outros, satanismo e outros bichos. Parece que as emoções normais dos seres humanos não são mais suficientes. Precisam de outro tipode emoção para viver.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
ecologia com economia
80% dos brasileiros acredita que a ecologia ajuda a economia.
Todas as discussões sobre Ecoeconomia, Ecopedagogia, etc... vem nos mostrando essa tendência, que é bem mais que tendência, é ciência, é realidade, é proposta de equilibrar o uso com a conservação de mãos dadas ao desenvolvimento.
Para melhores esclarecimentos e informações sugiro algumas leituras :
Pedagogia da Terra - Moacir Gadotti
Os sete saberes necessários à educação do Futuro- Edgar Morin
Sociedae e meio ambiente - A educação ambiental em debate- org.
Gênero e meio ambiente - Mary Garcia Castro e Miriam Abramovay
Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania - org.
Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais- McKinsey&Company
Desenvolvimento como liberdade- Amartya Sen
Boa leitura a quem se interessou.
Dica: é bom começar a se interessar!!!!!!
Todas as discussões sobre Ecoeconomia, Ecopedagogia, etc... vem nos mostrando essa tendência, que é bem mais que tendência, é ciência, é realidade, é proposta de equilibrar o uso com a conservação de mãos dadas ao desenvolvimento.
Para melhores esclarecimentos e informações sugiro algumas leituras :
Pedagogia da Terra - Moacir Gadotti
Os sete saberes necessários à educação do Futuro- Edgar Morin
Sociedae e meio ambiente - A educação ambiental em debate- org.
Gênero e meio ambiente - Mary Garcia Castro e Miriam Abramovay
Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania - org.
Empreendimentos Sociais Sustentáveis: como elaborar planos de negócio para organizações sociais- McKinsey&Company
Desenvolvimento como liberdade- Amartya Sen
Boa leitura a quem se interessou.
Dica: é bom começar a se interessar!!!!!!
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Compromisso com os eleitores que perderam.
É frustante perder. Perder qualquer coisa : objetos, competições, amores, pessoas ( isso é mais doloroso), eleições.
Mas a vida nos proporciona perdas exatamente para valorizarmos os ganhos por menores que sejam . Aprender a perder já é ganhar. Saber perder é ter sabedoria, é dominar a arte da convivência. Eu considero um verdadeiro artista aquele que sabe conviver, que não é coisa muito fácil. Entender as pessoas, aceitá-las, compartilhar, defender ou rejeitar idéias, participar dos interesses, valorizar qualidades e apontar defeitos,administrar conflitos, sugerir mudanças, evitar desentendimentos... exige muita sabedoria mas principalmente exige a predisposição de querer ser e fazer feliz quem quer que seja.
Se o indivíduo já é ou está predisposto a implicar ou a rejeitar tudo antes mesmo de pensar sobre o assunto, nada nem ninguém poderá ajudá-lo a ser feliz. Parte de dentro, não vem de fora nem dos outros.
Em se tratando das eleições recentes, quando muitos são vencedores e outros tantos se consideram perdedores, muito me preocupa esse sentimento de derrota.
eleitoral.
Os candidatos eleitos devem se preocupar em se comunicar com os eleitores que não votaram neles de forma a trazê-los para perto de suas propostas, fazê-los sentir que fazem parte, que são importantes e que todo e qualquer progresso depende deles também. Esta sensação de compartilhamento que fica após as eleições, acaba estabelecendo uma situação de confronto, de divergências, de ausência de desejo de colaborar. A população tem que se sentir toda ela direcionada para os objetivos comuns e nisso os eleitos devem investir: cuidar dos "perdedores", mostrar que não vão perder nada. Motivar para novas ações e novos pensares, incentivar o trabalho , apontar os benefícios e minimizar a sensação de perda que, como já disse anteriormente gera frustração e esta gera desãnimo, descrença entre outros sentimentos negativos.
É comum ouvirmos os discursos dos eleitos ao seu público agradecendo os votos. Mas não é tão comum ouvirmos os mesmos eleitos se dirigindo aos que não os elegeram. Estes anseiam por sentirem-se vitoriosos também e o serão, se ouvirem o apelo para que participem, contribuam com seu trabalho, suas idéias e propostas.
Quem se elegeu, o fez para todos, não apenas para seus eleitores. A população é composta de todos sem exceção.
É meio didática esta questão. É requisito de boa gestão. É componente do processo psicológico do ser humano. Portanto os candidatos eleitos deverão se instrumentalizar profissionalmente para atender essa demanda da populaçao.
Pode parecer utópico. Não é. É sim, uma análise de comportamento com fundamentos científicos das reações humanas considerando todo um conjunto de fatores emocionais, intelectuais, culturais, sociais e organizacionais.
Candidato ganhou? Ótimo, então agora é que vai começar o seu trabalho de conquistar os cidadãos, o trabalho de chamar para si a tarefa de motivar todos a continuarem "votando" nele e nas suas propostas.
Pior que não ter acertado na eleição é ter votado em quem ganhou e depois descobrir que votou errado. Que seu candidado é uma farsa, que mentiu, que enganou. Aí caros brasileiros, a coisa fica feia, triste, macabra.
Tomara que isso não aconteça para o bem de todos...
Mas a vida nos proporciona perdas exatamente para valorizarmos os ganhos por menores que sejam . Aprender a perder já é ganhar. Saber perder é ter sabedoria, é dominar a arte da convivência. Eu considero um verdadeiro artista aquele que sabe conviver, que não é coisa muito fácil. Entender as pessoas, aceitá-las, compartilhar, defender ou rejeitar idéias, participar dos interesses, valorizar qualidades e apontar defeitos,administrar conflitos, sugerir mudanças, evitar desentendimentos... exige muita sabedoria mas principalmente exige a predisposição de querer ser e fazer feliz quem quer que seja.
Se o indivíduo já é ou está predisposto a implicar ou a rejeitar tudo antes mesmo de pensar sobre o assunto, nada nem ninguém poderá ajudá-lo a ser feliz. Parte de dentro, não vem de fora nem dos outros.
Em se tratando das eleições recentes, quando muitos são vencedores e outros tantos se consideram perdedores, muito me preocupa esse sentimento de derrota.
eleitoral.
Os candidatos eleitos devem se preocupar em se comunicar com os eleitores que não votaram neles de forma a trazê-los para perto de suas propostas, fazê-los sentir que fazem parte, que são importantes e que todo e qualquer progresso depende deles também. Esta sensação de compartilhamento que fica após as eleições, acaba estabelecendo uma situação de confronto, de divergências, de ausência de desejo de colaborar. A população tem que se sentir toda ela direcionada para os objetivos comuns e nisso os eleitos devem investir: cuidar dos "perdedores", mostrar que não vão perder nada. Motivar para novas ações e novos pensares, incentivar o trabalho , apontar os benefícios e minimizar a sensação de perda que, como já disse anteriormente gera frustração e esta gera desãnimo, descrença entre outros sentimentos negativos.
É comum ouvirmos os discursos dos eleitos ao seu público agradecendo os votos. Mas não é tão comum ouvirmos os mesmos eleitos se dirigindo aos que não os elegeram. Estes anseiam por sentirem-se vitoriosos também e o serão, se ouvirem o apelo para que participem, contribuam com seu trabalho, suas idéias e propostas.
Quem se elegeu, o fez para todos, não apenas para seus eleitores. A população é composta de todos sem exceção.
É meio didática esta questão. É requisito de boa gestão. É componente do processo psicológico do ser humano. Portanto os candidatos eleitos deverão se instrumentalizar profissionalmente para atender essa demanda da populaçao.
Pode parecer utópico. Não é. É sim, uma análise de comportamento com fundamentos científicos das reações humanas considerando todo um conjunto de fatores emocionais, intelectuais, culturais, sociais e organizacionais.
Candidato ganhou? Ótimo, então agora é que vai começar o seu trabalho de conquistar os cidadãos, o trabalho de chamar para si a tarefa de motivar todos a continuarem "votando" nele e nas suas propostas.
Pior que não ter acertado na eleição é ter votado em quem ganhou e depois descobrir que votou errado. Que seu candidado é uma farsa, que mentiu, que enganou. Aí caros brasileiros, a coisa fica feia, triste, macabra.
Tomara que isso não aconteça para o bem de todos...
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